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No futebol, agora sim um ano novo Dia 6 de janeiro, neste sábado, começa a temporada 2007. E com a famigerada Copa São Paulo que, espero, não apresente o mesmo futebol de baixíssima qualidade que mostrou em 2006 e que perdurou por todo o ano entre os profissionais. Quanto às perspectivas para o torneio, fora de campo até que as novidades são boas: mudança no regulamento, medidas para rejuvenescer o certame e acabar com os times de aluguel, de empresários. No campo, o que se espera é que a competição volte a ter sua vocação tradicional: revelar jogadores. O ano de 2006 foi interessante nesse sentido (Marcelo, Lucas, Renato Augusto, Ilsinho, entre outros), mas, embora alguns tenham passado pela Copinha, só foram revelados mesmo pelos torneios profissionais. E que em 2007 continuem, agora também na Copa SP, surgindo jogadores para suprir as ausências dos craques que estão no exterior. O último a se transferir para um futebol mais organizado e lucrativo foi Mineiro, simplesmente o melhor de 2005 no país. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 00h05
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UOL ESPORTE Peço desculpas aos (poucos) leitores deste blog por estar ausente ultimamente. Estou já há uma semana trabalhando na Agência MBPress, que, entre outras atividades, produz conteúdo para o UOL Esporte. Aqui estão os links das matérias que publiquei nesta semana: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/20/ult59u109404.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/24/ult59u109582.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/25/ult59u109602.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/22/ult59u109509.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/25/ult59u109603.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/22/ult59u109516.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/21/ult59u109467.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/24/ult59u109575.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/26/ult59u109650.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/26/ult59u109638.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/23/ult59u109559.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/22/ult59u109532.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/22/ult59u109512.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/26/ult59u109630.jhtm http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2006/12/26/ult59u109638.jhtm Escrito por Arnaldo Gonçalves às 00h29
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Curtas sobre a decisão
Escrito por Arnaldo Gonçalves às 13h43
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Qualquer semelhança....(Parte 2 – Final) E o Mundial de Clubes da Fifa de 2006 foi realmente muito parecido com a competição vencida pelo São Paulo no ano passado. Estréia ruim do time brasileiro, que enfrentou dificuldades para bater uma equipe sem expressão do futebol mundial; show do campeão europeu na semifinal (em 2005, Liverpool 3 x 0 Deportivo Saprissa); salto-alto e grande favoritismo do milionário europeu na final contra a equipe brasileira, que é obrigada a trabalhar, como diz Leão, com a ponta de estoque; e, por fim, vitória por 1 a 0 do coletivo sobre o individual (até mesmo os gols que levaram São Paulo e Inter às conquistas foram parecidos). Escrito por Arnaldo Gonçalves às 13h29
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O melhor time do mundo O melhor time do mundo não possui atletas com salários milionários, badalados, galáticos e, pela primeira vez no Brasil, não tem jogadores na Seleção canarinho. Mas tem tudo aquilo que faltou a esta no Mundial da Alemanha: garra, espírito de grupo, humildade. O Internacional mostrou mais uma vez que não se ganha de véspera e que, no futebol contemporâneo, técnica apurada, habilidade e malabarismos não são suficientes. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 13h19
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Qualquer semelhança.... A vitória por 2 a 1 do Inter sobre o egípcio Al-Ahly lembrou muito a vitória do São Paulo por 3 a 2 sobre o saudita Al-Ittihad, há um ano, também pela semifinal do Mundial de Clubes no Japão. E não apenas pelo fato de ser uma equipe brasileira enfrentando um time do mundo islâmico pelo mesmo torneio. O Inter sentiu o mesmo nervosismo, sofreu e ganhou da mesma forma que o tricolor no ano passado. Provavelmente daqui um ano, quando um sul-americano estiver enfrentando uma equipe de menor tradição no futebol mundial por essa competição, acontecerá a mesma coisa. Qualquer estréia em uma Copa do Mundo de Clubes contra franco-atiradores, em disputa no formato mata-mata, com a obrigação de vencer, causa os sintomas que vimos hoje no Colorado. É absolutamente normal. O Inter conseguiu o que queria e o que vale agora é o jogo de domingo, o mais importante da gloriosa história do clube. Entretanto, apesar do contexto desfavorável, deve-se dizer que os gaúchos mostraram uma série de falhas que devem ser corrigidas para a final. A maior delas é o posicionamento de Fernandão. O jogador, craque do time, esteve muito recuado, atuando por vezes com um autêntico volante e longe do lugar onde pode brilhar: perto do gol. A boa atuação do jogador será fundamental para o jogo decisivo, principalmente por que, e nunca é demais lembrar, Pato só fez dois jogos como profissional em toda sua vida. E jamais enfrentou um time como o Barcelona. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 00h58
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Colorado entra na semana mais importante de sua história O Internacional está a poucos dias de sua estréia no torneio mais importante da história do clube: o Campeonato Mundial. O time que entrará em campo nesta quarta-feira, às 8h20 (horário de Brasília), para enfrentar o egípcio Al-Ahly, é bem diferente daquele que bateu o São Paulo na final da Libertadores em agosto. Saíram quatro jogadores importantíssimos: Rafael Sóbis, Tinga, Bolívar e Jorge Wagner. Entretanto, a equipe gaúcha já mostrou no Campeonato Brasileiro que sabe se virar bem sem eles e continua competitiva, capaz inclusive de ganhar do temido Barcelona, que voltou recentemente à boa fase. Além do mais, nesse tempo entre Libertadores e Mundial, o Inter revelou o rápido e habilidoso Alexandre Pato, que deve formar a dupla de ataque com Fernandão. Este, aliás, tem a grande oportunidade para figurar ao lado dos principais ídolos da gloriosa história do colorado. Basta fazer o que fez Rogério Ceni no ano passado: desequilibrar e decidir. Qualidade para isso ele tem. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 19h07
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Palmeiras agiu bem Vejam agora um fato raro nos últimos tempos: um elogio à diretoria do Palmeiras. Embora a demissão de Jair Picerni mostre uma contradição dos dirigentes do Verdão (o técnico foi contratado para livrar a equipe do rebaixamento e conseguiu, mas não durou no cargo), a escolha de Caio Junior para o comando da equipe em 2007 foi correta. Caio Junior faz parte da tríade de treinadores-revelação do último campeonato Brasileiro. Está ao lado de Mano Menezes e Renato Gaúcho. Ex-atacante, Caio é profissional, tem boas referências (Autuori e Felipão) e levou o modesto Paraná à pré-Libertadores de 2007, feito que o credencia para dirigir uma equipe como o Palmeiras que, hoje, contrariando toda a história do clube, é bem modesta. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 18h55
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Final da Série B consagra pontos corridos Se alguns comentaristas de futebol (respeito a opinião de todos eles) podem usar o final morno da Série A, com poucas definições deixadas para as duas últimas rodadas, como argumento de que o mata-mata é melhor do que os pontos corridos, principalmente porque no primeiro há mais emoção, não podem fazer o mesmo com o desfecho da Série B neste sábado. A última rodada da Segunda Divisão foi a verdadeira consagração do sistema de pontos corridos e prova de que, além de mais justo, ele pode ser, por vezes, até mais emocionante do que o mata-mata. Além disso, foi a prova de que estádios lotados não são privilégios das finais convencionais. O Galo, por exemplo, que já era campeão da competição desde a penúltima rodada, lotou dois estádios neste sábado. Não bastasse o Mineirão com mais de 70 mil pessoas, a massa atleticana ainda encheu o Independência para assistir o jogo contra o América-RN por um telão. O modo de disputa ainda motivou os torcedores para ficarem ligados a todas as partidas até o último segundo de cada jogo. A Portuguesa só escapou da Série C aos 44 min da partida contra o Sport, quando virou um jogo que parecia perdido para 3 a 2. Aliás, a Lusa em menos de 15 minutos e com dois gols feitos pulou da última para a 15ª posição na tabela e rebaixou o Paysandu, que estava escapando da Terceirona até os últimos instantes da rodada. PVC fala, com razão, que as conclusões sobre qual é o melhor sistema de disputa devem vir depois de análises minuciosas dos vários campeonatos de pontos corridos e comparação com os campeonatos anteriores a estes, em mata-mata. Os jogos finais da Série B de 2006 certamente vão dar pontos favoráveis à fórmula de pontos corridos nesta futura e necessária análise. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 18h39
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São-paulino já pode dizer: "Ganhamos tudo" A conquista do Campeonato Brasileiro neste domingo serviu para colocar essa geração do São Paulo definitivamente na história do futebol do país. Poucos times, como o Santos da década de 60, o Flamengo dos anos 80, o próprio Tricolor do início da década passada, ganharam todas as principais competições que disputaram. Em 2005 e 2006, o time do Morumbi faturou o Paulista, a Libertadores, o Mundial e, agora, o Brasileirão. Numa escala crescente, conquistou o principal título do estado, do país, do continente e do mundo, não nessa ordem. Mas se esse time entra para a história sem ter encantado o mundo como os outros já citados, deixa um legado novo para o futebol brasileiro: a importância da eficiência administrativa para o sucesso de um clube. Diferentemente da maioria das outras equipes que ganharam tudo no Brasil, este São Paulo será lembrado, dentre outras coisas, por sua gestão de futebol responsável e inteligente. Pagando somente o que se pode aos seus atletas, contratando bons jogadores sem pagar nada por eles, repondo com qualidade as peças que deixam o time, a diretoria tricolor é sim uma das principais responsáveis pelo fato de hoje o são-paulino poder dizer: “Ganhamos tudo”. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 22h42
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É campeão! Souza tem razão Depois da vitória por 2 a 0 sobre o Goiás, que colocou o São Paulo a uma vitória (ou nem isso) do título brasileiro, uma cena inusitada. Entrevistado, o meia Souza contrariou todos os manuais de clichês futebolísticos e as orientações de Muricy e soltou: "Agora não tem mais jeito, com 70 mil pessoas no Morumbi, não tem como tirarem esse título do São Paulo". Também ouvido, Aloísio foi mais disciplinado e preferiu o discurso do "nada está ganho". Deu até um pito em Souza. "O Souza fala demais, ele só não foi convocado para a Seleção ainda porque fala demais". Primeiro de tudo é preciso dizer que Souza tem razão. É impossível que o São Paulo não seja tetra. Uma vantegem de sete pontos sobre um vice interessado no Mundial, isso há três jogos do final da competição. Nada mais tira o caneco do Morumbi. Mas o melhor da declaração de Souza é que o jogador foge do lugar-comum, expressa o sentimento do torcedor, lembra o futebolista folclórico e falador de outrora, de certo modo irresponsável, quando o esporte ainda não sofria do mal de profissionalismo excessivo. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 14h02
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Destaques de uma 34ª rodada O Inter perdeu, não a partida contra o Santos (o jogo foi 0 a 0), mas a oportunidade de continuar sonhando com o título. Ainda que o São Paulo perca para o Bota em casa, o que é bem improvável, o time do Morumbi fica com quatro pontos de vantagem sobre o colorado faltando só quatro rodadas. Mas como o São Paulo tem tudo pra vencer hoje, a diferença deve subir para sete pontos. Pode colocar a faixa. Na zona da pasmaceira, o destaque é o Corinthians. Depois de investir milhões e formar um time de estrelas, o time de Parque São Jorge chegou ao seu melhor momento no ano com os garotos do Terrão. Sete dos onze jogadores que entraram em campo ontem contra o Furacão se tornaram profissionais no Corinthians. Mas o resultado mais significativo da rodada foi a vitória do Vasco sobre o Paraná por 3 a 1. Os dois times estão agora empatados na tabela com 53 pontos. Cruzeiro, Botafogo e Goiás também estão na disputa. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 09h09
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Domingo promete Não tenho memória de PVC, mas não me recordo de, em um fim de campeonato de pontos corridos, dois clássicos estaduais na mesma rodada entre os quatro primeiros da competição. Domingo, ou dia D do Brasileirão, isso vai acontecer, e o que é melhor, vai influenciar certamente no resultado final do certame. San-São e Gre-Nal, era tudo que o apaixonado por futebol queria. Com o tropeço diante da Ponte e vitória do colorado sobre o Botafogo, o São Paulo vê-se mais uma vez perseguido pelo seu algoz da Libertadores deste ano. Grêmio e Santos, se vencerem, voltam à briga. Enquanto isso, a disputa pelo principal torneio do continente se acirra. Vasco e Paraná se revezam na quinta posição e o Furacão encanta. E tem gente que dizia que campeonato com pontos corridos e emoção não eram coisas compatíveis... Escrito por Arnaldo Gonçalves às 00h36
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Ciclos O São Paulo deve ser campeão brasileiro porque desde o início do campeonato, jogando bem ou mal, com reservas ou titulares, o time vence. São apenas 4 derrotas em 31 jogos. Um número louvável. Já outros times enfrentam verdadeiros ciclos de prosperidade ou declínio, tal qual a economia de todos os países, que vivem momentos de expansão ou recessão, mas não chegam ao equilíbrio ou, para usar uma expressão costumeira do jornalismo esportivo, à regularidade. No Paraná, o caráter cíclico dos clubes fica bem evidente, ainda mais depois de um clássico no qual o Atlético bate o Paraná Clube por 4 a 0. Hoje, quem dá bola (para plagiar o hino santista) é o Furacão. Quatro vitórias nos últimos jogos, presença garantida nas semifinais da Sul-Americana e agora já sonha com a Libertadores de 2007. O Paraná em dois jogos, derrotas para os reservas do Fla e para seu rival, saiu da zona de clássificação à Libertadores, que já lhe parecia assegurada. Atualmente, pode-se dizer que o futebol brasileiro como um todo vive um período de recessão técnica. Mas, bem como a economia, o futebol não pode ser tratado por generalidades. Embora o Campeonato Brasileiro apresente um nível técnico baixíssimo, ainda há espasmos do esporte outrora considerado uma arte. Denis Marques que o diga. O atacante proporcionou na última semana dois dos lances mais lindos do ano no futebol brasileiro. Primeiro contra o Nacional-URU, pela Sul-Americana, o jogador deu um passe de trivela belíssimo que resultou no gol de Marcos Aurélio. Contra o Paraná no clássico estadual, dribles secos e belos antes de marcar o último na goleada do seu time. E assim caminha o futebol no país. Longe dos olhos da CBF, que privilegia a Seleção Brasileira e ainda não adotou, como já prometeu, nenhuma medida eficaz para manter os principais talentos jogando por terras tupiniquins, uma de nossas principais qualidades e símbolo de identidade espera o imprevisível, a surpresa. Vejamos Denis Marques! Escrito por Arnaldo Gonçalves às 15h22
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Ahh, tá explicado... Quem viu o jogo de ontem entre Palmeiras e Corinthians pelo Brasileirão percebeu o motivo pelo qual as duas equipes estão nessa situação vexatória na competição. O jogo foi maçante, com baixíssimo nível técnico e não condiz, de maneira alguma, com a história do clássico e dos dois clubes. Os primeiros vinte minutos até deram a impressão de um jogo, no mínimo, emocionante. Primeiro foi Amoroso que recebeu belo passe de Ramón e saiu na cara de Diego. O goleiro, a principal revelação deste campeonato, fez boa defesa. Logo em seguida, depois de rápido contra-ataque foi a vez de Enílton ficar de frente com Marcelo e este provar que não é por falta de bons goleiros que Palmeiras e Corinthians estão lutando contra o rebaixamento. Daí em diante o que se viu foi um verdadeiro casados contra solteiros, isto é, uma verdadeira pelada dessas de fim de semana. Com tanto medo de perder e pouquíssima qualidade, só mesmo um gol de cabeça de Marcelo Mattos, o melhor cabeceador do campeonato, para tirar o zero do placar. Poderia ser 1 a 0 para o Palmeiras como foi para o Corinthians, assim como poderia cair tanto um como outro que não estão fazendo rigorosamente nada que o façam merecer a permanência na Primeira Divisão. Só não devem cair porque Santa, São Caetano, Fortaleza, Ponte e Flu conseguem ser piores. O que é uma pena, já que a Segundona vem ressucitando grandes clubes, como faz agora com o Galo, fez ano passado com o Grêmio e já fez com o Botafogo e até com o próprio Palmeiras. Escrito por Arnaldo Gonçalves às 14h02
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